Dizem que, quando o delta é menor que zero, isso origina duas raízes distintas e imaginárias, que só existem no universo dos mundos irreais.
Ok, eu sei que matemática (e todas as matérias derivadas que envolvem números [isso também serve pra você, química]) é realmente uma coisa surreal pra entrar na minha cabeça, mas agora afirmar que esse mundo de algarítimos provém de um universo paralelo é muita coisa pra minha capacidade mental e psicológica. Já não basta eu não entender o conjunto dos reais?
Naquela coisa meio Locke versus Jack em Lost, não sei mais afirmar se eu sou um man of science ou um man of faith. Não sei qual é a teoria certa, não sei qual é a atitude certa, nem sei mais em quê acreditar piamente. Mas no momento em que me encontro, onde a crítica se confronta com a razão, universos paralelos de características singulares são as últimas das minhas preocupações. Socorro, entender pelo menos as coisas que realmente existem já é complicado demais. O "país das maravilhas" dos números pode ficar pra depois. (leia-se: "pode ficar pra nunca mais, bjodesliga").
Sorte que a Peyton voltou pra animar minhas semanas. Se não eu ia ficar louco, agora que a Brennan e o Booth tão indo embora.
domingo, 7 de setembro de 2008
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2 comentários:
sinceramente. vc pirou de vez! (...)nenhum comentario sobre pb?
beijoos.
melhor coisa para um aspirante a jornalista, é apos ler seu lindo post, comentar... e ah, nem sempre as pessoas nos dao esse gesto de carinho!
realmente, o mundo está perdido.
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