Ok, não sou lá uma pessoa muito cult no ramo da música pra poder analisar o álbum de algum artista. Sou um pseudo-emo que ouve muita coisa desconhecida, mas odeio aquelas que são emo demais ou indie demais. Tenho mini-vomit com aquelas que tocam na novela e que ficam na boca e nos mp4 do povo por meses, daquelas que tocam na rádio e são anunciadas com clamor naquela pronúncia caprichada. Mas em contraste com tudo isso, tenho CDs da Hilary Duff e da Vanessa Hudgens no meu ipod, então... Tenho meu gosto peculiar pra música. Só eu sei que tipo de música combina com qual momento da minha vida. Só eu sei como a primeira música que eu ouço de manhã pode afetar o humor do meu dia inteiro [peyton mode on]. E sim, quero começar minha coleção de vinil, mas isso não vem ao caso no momento.
Acho justo comentar sobre o novo CD da britânica Lily Allen, It’s Not Me, It’s You. Talvez mais sobre a própria cantora do que sobre o disco em si.
Descobri a Lily via MTV, quando seu primeiro single, Smile, tocava de 5 em 5 minutos. Fui atrás do primeiro CD, Alright, Still, e escutei-o seguidas vezes por muito tempo. Lily bombava no meu mp3. A cantora, que foi descoberta por seu perfil no myspace, vendeu mais de 2,6 milhões de
cópias no mundo só com o primeiro álbum, produzido por Mark Ronson (produtor de outros sucessos, desde Amy Winehouse até Maroon 5) e aclamado pela imprensa britânica. Um pop ácido com influências vindas do ska e do reggae, com letras críticas onde ela manda um ex-namorado pro inferno, dizendo indiscretamente que ele não era assim “tão grande”, reclama do irmão maconheiro e vagabundo, entre outras.
As letras do 2º CD continuam críticas, mas não tão mais ácidas. Na faixa de abertura, ela faz críticas à sociedade desonesta que tem “desde políticos crescidos a jovens adolescentes prescrevendo antidepressivos a si mesmos”. Na 2ª, Lily critica a temática da “fama a qualquer custo”. Fora uma faixa com o nome sugestivo de Fuck You e outra em que a cantora pede que o povo cuide dos recursos naturais, a maioria é só fruto da inspiração básica sobre amor, letras que não têm tanta acidez como costumavam ter no primeiro disco. Produzido por Greg Kurstin, às vezes as melodias escondem o poder da voz de Lily por trás de batidas eletrônicas moderninhas, tendo até um refrão com eco na faixa intitulada “22”.
Mas isso não quer dizer que o CD seja ruim. Já faz uns três dias que não consigo parar de ouvi-lo repetidas vezes. The Fear, o primeiro single do disco, ficou o dia inteiro na minha cabeça hoje. Só que ainda assim não consigo deixar de pensar no trio de abertura de Alright, Still formado pelas deliciosas Smile, Knock 'Em Out e LDN.
No entanto, a voz de Lily continua tão boa quanto sempre. É incrível assistir à essa garota cantando ao vivo e ver como ela consegue ser tão fantástica mesmo sem fazer o mínimo esforço.
E também é incrível como algumas músicas ficam tão melhores ao vivo e acústicas do que no CD, escondidas debaixo de camadas de efeitos sonoros.
Acho justo comentar sobre o novo CD da britânica Lily Allen, It’s Not Me, It’s You. Talvez mais sobre a própria cantora do que sobre o disco em si.
Descobri a Lily via MTV, quando seu primeiro single, Smile, tocava de 5 em 5 minutos. Fui atrás do primeiro CD, Alright, Still, e escutei-o seguidas vezes por muito tempo. Lily bombava no meu mp3. A cantora, que foi descoberta por seu perfil no myspace, vendeu mais de 2,6 milhões de
cópias no mundo só com o primeiro álbum, produzido por Mark Ronson (produtor de outros sucessos, desde Amy Winehouse até Maroon 5) e aclamado pela imprensa britânica. Um pop ácido com influências vindas do ska e do reggae, com letras críticas onde ela manda um ex-namorado pro inferno, dizendo indiscretamente que ele não era assim “tão grande”, reclama do irmão maconheiro e vagabundo, entre outras.As letras do 2º CD continuam críticas, mas não tão mais ácidas. Na faixa de abertura, ela faz críticas à sociedade desonesta que tem “desde políticos crescidos a jovens adolescentes prescrevendo antidepressivos a si mesmos”. Na 2ª, Lily critica a temática da “fama a qualquer custo”. Fora uma faixa com o nome sugestivo de Fuck You e outra em que a cantora pede que o povo cuide dos recursos naturais, a maioria é só fruto da inspiração básica sobre amor, letras que não têm tanta acidez como costumavam ter no primeiro disco. Produzido por Greg Kurstin, às vezes as melodias escondem o poder da voz de Lily por trás de batidas eletrônicas moderninhas, tendo até um refrão com eco na faixa intitulada “22”.
Mas isso não quer dizer que o CD seja ruim. Já faz uns três dias que não consigo parar de ouvi-lo repetidas vezes. The Fear, o primeiro single do disco, ficou o dia inteiro na minha cabeça hoje. Só que ainda assim não consigo deixar de pensar no trio de abertura de Alright, Still formado pelas deliciosas Smile, Knock 'Em Out e LDN.
No entanto, a voz de Lily continua tão boa quanto sempre. É incrível assistir à essa garota cantando ao vivo e ver como ela consegue ser tão fantástica mesmo sem fazer o mínimo esforço.
E também é incrível como algumas músicas ficam tão melhores ao vivo e acústicas do que no CD, escondidas debaixo de camadas de efeitos sonoros.
Conterrânea de famosos como Amy Winehouse, Natasha Bedingfield e até do McFly, Lily Allen se destaca por sua voz, seu estilo musical, e seus bafão na balada com a Lindsay Lohan, mas ainda assim é uma das melhores cantoras da geração myspace.
Se bem que esse negócio do myspace não pode ser sempre muito confiável, né. Coisas como Mallu Magalhães e Bonde do Rolê sairam de lá também.
Bom, Deus salve as exceções.
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