“Tempo livre”. Até parece. As tardes nunca passaram tão rápido. Quando não se tem nada pra fazer, a morte é preferível ao tédio que se instala na minha alma. Mas quando eu tenho que estudar, lavar a louça, varrer esse chão imundo e ainda ir pra aula de manhã e muitas vezes à tarde também, parece que nem comecei a fazer metade das coisas da lista e já são 22h, hora de assistir Furo MTV (que também faz tempo que não assisto, diga-se de passagem) e ir dormir. Por que no outro dia vai começar tudodenovo.
Só sei que é o último mês de tortura antes de começar a maratona de vestibulares, e aí ou a coisa melhora ou desanda de vez. One way or another, é melhor do que ficar nesse perrengue. Fora que eu já sinto o peso dos meus 19 anos nas costas, sabe... Domingo nunca esteve tão próximo.
Me inspirei na Peyton e comprei uns discos de vinil de aniversário. Tudo ótimo se não fosse pela loja enviar o pacote por Fedex e eu estar 99% fadado a pagar quase 80% do preço do produto em imposto pra poder retirar minha encomenda que vai ficar travada na alfândega. Agradeço à Peyton, foi uma aquisição feliz, mas minha mãe não ficou muito contente com a idéia do imposto. Anyways, hora que eles chegarem eu venho aqui contar vantagem. Se eu tiver afim.*
Ah, praqueles que ficaram preocupados com o conceito emo do meu post passado, asseguro-lhes que a vibe Pitty já passou. Mas, emo ou não, é a única música que todo mundo sabe cantar, apesar das significativas diferenças de gostos e preferências. Na verdade, ontem eu descobri que sei cantar várias músicas sertanejas que eu nem sequer lembrava que existiam; daquelas que você ouve porque só tem aquele CD no carro. Elas ficam incutidas no seu subconsciente e, depois de algumas doses de tequila, emergem e te deixam assustado (e cantando).
Mas tá, todo mundo continua me chamando de emo, então whatever.
É feriado (não sei como! Sabia que eu tive aula no dia 7 de setembro e em 12 de outubro? Pois é! [eu não fui em nenhum dos dois dias, mas tive]). Vou usar o tempo livre pra assistir Buffy, How I Met Your Mother e ouvir o audiobook de Lua Nova (“read for you by Ilyana Kadushin”, hahaha, é tão divertido. A Ilyana é tão emotiva /NOT).
Falando em Lua Nova, a trilha sonora já vazou e faltam (se minhas contas mentais estiverem corretas o que, provavelmente, não estão) 35 dias pra podermos assistir ao sofrimento da Bella no cinema.
Enquanto isso, tá aí o clipe do 1º single da trilha sonora do filme, Meet Me On The Equinox, do Death Cab for Cutie.
*Não se preocupe. Eu vou estar.
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